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Dia Mundial da Doença de Alzheimer

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No dia 21/09, somos convidados a refletir sobre a importância da prevenção e conscientização do Alzheimer,uma doença progressiva que destrói a memória e outras funções mentais importantes. A doença de Alzheimer é a forma mais prevalente de demência neurodegenerativa em idosos. Embora sua origem seja ainda desconhecida, há indícios de que tenha uma influência genética.

O Dia Mundial do Alzheimer, 21 de Setembro, foi estabelecido em 1994 pela Alzheimer’s Disease International (ADI), uma organização não governamental.

Todos os anos nesta data são realizados eventos para educar o público sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com a doença e suas famílias.

No Brasil, a Lei nº 11.736/2008 instituiu o mesmo dia para promover a campanha nacional contra o Alzheimer.

O objetivo é incentivar a pesquisa e a defesa em prol de tratamentos mais eficazes e, possivelmente, uma cura.

O que é a doença de Alzheimer?

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva e irreversível que afeta principalmente a memória, o pensamento e o comportamento das pessoas, prejudicando sua capacidade de realizar atividades diárias. Ela foi descrita pela primeira vez em 1906 pelo médico alemão Alois Alzheimer.

A condição avança lentamente em diferentes estágios e, infelizmente, não existem medidas efetivas para impedir o seu progresso. Após o diagnóstico, estima-se que as pessoas afetadas vivam cerca de 8 a 10 anos.

É um período desafiador para os pacientes e seus entes queridos, mas existem recursos disponíveis para ajudar durante essa jornada difícil.

Quais são os estágios da doença?

A doença de Alzheimer é comumente classificada em quatro fases distintas: leve, moderada, grave e terminal.

  1. Durante a fase inicial, é comum enfrentar dificuldades como a incapacidade de recordar informações recentes, desorientação em relação ao tempo e espaço, além de ter dificuldades para realizar tarefas simples.
  2. Na fase moderada, os sintomas podem incluir maior confusão e desorientação, dificuldade em reconhecer amigos e familiares, alterações de comportamento e problemas de linguagem.
  3. Já na fase grave, os sintomas podem incluir a incapacidade de se comunicar, dependência total de outras pessoas para cuidados básicos e perda de controle sobre funções corporais.
  4. O último estágio é o terminal, em que a pessoa já não fala mais, fica restrita ao leito e passa a ter infecções frequentes.

É fundamental lembrar que cada pessoa pode manifestar sintomas variados em diferentes estágios da doença. Por isso, o cuidado com a saúde deve ser personalizado, levando em consideração as necessidades individuais de cada paciente.

Quais os sinais de alerta para o Alzheimer?

Existem vários sinais de alerta que podem indicar a possibilidade de Alzheimer, mas é importante lembrar que a presença de um ou mais desses sintomas não significa necessariamente que alguém tenha a doença.

Alguns sinais de alerta incluem:

  • Perda de memória significativa: esquecer informações recentes ou importantes com frequência.
  • Dificuldade em realizar tarefas: atividades comuns como cozinhar, fazer pagamentos ou vestir-se tornam-se difíceis.
  • Desorientação no tempo e no espaço: perder a noção do tempo, esquecer onde está ou como chegou lá.
  • Dificuldade em comunicar-se: dificuldade em encontrar as palavras certas para expressar pensamentos ou em acompanhar uma conversa. Há repetição de frases ou palavras frequentemente.
  • Má avaliação de situações: tomar decisões inadequadas ou não perceber riscos óbvios.
  • Problemas com tarefas complexas: dificuldade em realizar tarefas que exigem etapas sequenciais ou planejamento, como seguir uma receita.
  • Perda de objetos: colocar objetos em lugares estranhos e ser incapaz de recordar onde os deixou.
  • Mudanças no comportamento e na personalidade: mudanças drásticas no humor, personalidade ou comportamento social. Tornar-se mais retraído, agitado, irritável ou deprimido.
  • Dificuldade em reconhecer rostos: dificuldade em reconhecer pessoas, inclusive de amigos e familiares próximos.
  • Desorientação em relação a lugar e tempo: perder-se em locais familiares ou não entender a passagem do tempo.
  • Mudanças na higiene e cuidados pessoais: deixar de cuidar da higiene pessoal, como tomar banho ou trocar de roupa regularmente.

Vale ressaltar que o Alzheimer geralmente se desenvolve gradualmente ao longo dos anos e nem sempre os sintomas da doença são óbvios. 

Se você ou alguém próximo apresentar esses sinais de alerta, é recomendável procurar um médico para uma avaliação e diagnóstico adequados.

Qual o tratamento indicado para essa doença?

Atualmente, embora não exista uma cura para o Alzheimer, há opções de tratamento disponíveis que podem contribuir para retardar a progressão da doença e aprimorar a qualidade de vida do paciente.

Os tratamentos incluem medicamentos para ajudar no controle dos sintomas, terapia ocupacional, fisioterapia e outras terapias que podem auxiliar na manutenção da independência e funcionalidade, além de mudanças no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável.

É importante consultar um médico para determinar o melhor tratamento para cada caso individual.

A causa da doença ainda não é completamente compreendida. Apesar disso, existem algumas estratégias que podem ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento da condição e manter o cérebro saudável ao longo da vida. Veja a seguir:

Mantenha uma dieta saudável

Consuma uma dieta rica em vegetais, frutas, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis, como as encontradas em peixes ricos em ômega-3. Evite o consumo excessivo de açúcar, gorduras saturadas e alimentos processados.

Exercite-se regularmente

A prática regular de exercícios físicos tem sido associada a uma melhora na saúde cerebral. Tente incluir atividades aeróbicas e exercícios de resistência em sua rotina, dedicando 30 minutos de três a cinco vezes por semana.

Mantenha-se mentalmente ativo

Mantenha o cérebro ativo ao longo da vida. Leia, faça palavras-cruzadas, quebra-cabeças, aprenda um novo idioma, toque um instrumento musical ou envolva-se em outras atividades desafiadoras para o cérebro.

Socialize

Manter conexões sociais é importante para a saúde mental. Interagir com amigos, familiares e participar de grupos sociais pode ajudar a manter o cérebro estimulado.

Durma bem

É essencial manter um sono adequado para a saúde do cérebro. Procure estabelecer uma rotina consistente de sono e, se necessário, busque ajuda profissional.

Controle o estresse

O estresse crônico pode ser prejudicial para o cérebro. Pratique técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga, exercícios de respiração profunda ou outras atividades relaxantes.

Evite o tabagismo e o consumo excessivo de álcool

Para diminuir o risco de Alzheimer, é importante evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas, já que essas substâncias podem prejudicar as células cerebrais e aumentar o estresse oxidativo.

Mantenha a saúde cardiovascular

Doenças cardiovasculares, como pressão alta, diabetes e níveis elevados de colesterol, podem aumentar a probabilidade de ocorrência de doenças cerebrovasculares, como acidente vascular cerebral (AVC), e potencialmente aumentar o risco de desenvolvimento de Alzheimer.

Os melhores resultados são obtidos quando o tratamento é iniciado nas fases mais precoces.

Sendo assim, é fundamental seguir corretamente as recomendações médicas. Para isso, você pode contar com o seguro saúde da Seguros Unimed, que oferece uma ampla rede de profissionais especializados para garantir a manutenção da sua saúde e qualidade de vida.

Embora não haja uma maneira garantida de evitar completamente a doença, existem medidas simples que podemos adotar para diminuir o risco de desenvolvê-la. É importante lembrar que cada ação é significativa.

Vale ressaltar mais uma vez que o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e em tempo oportuno é fundamental para possibilitar o alívio dos sintomas e a estabilização ou retardo da progressão da doença.

De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil: quanto maior for a estimulação cerebral da pessoa, maior será o número de conexões criadas entre as células nervosas, chamadas neurônios. Esses novos caminhos criados ampliam a possibilidade de contornar as lesões cerebrais, sendo necessária uma maior perda de neurônios para que os sintomas de demência comecem a aparecer. Por isso, uma maneira de retardar o processo da doença é a estimulação cognitiva constante e diversificada ao longo da vida.

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