Inscreva-se na nossa newsletter [newsletter_signup_form id=1]
Blog Seguros Unimed
  • Produto
    • Vida
  • Previdência
  • Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Odonto
  • Finanças
  • Curiosidades
  • Sustentabilidade
No Result
View All Result
Blog Seguros
  • Produto
    • Vida
  • Previdência
  • Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Odonto
  • Finanças
  • Curiosidades
  • Sustentabilidade
No Result
View All Result
Blog Seguros
No Result
View All Result

Vacina do sarampo: quem precisa tomar, sintomas e tudo sobre o imunizante

0
Imagem de Blog da Seguros Unimed
0
Compartilhamento
9
Views

Resumo

Sintomas: Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e olhos vermelhos (conjuntivite). Pode gerar complicações graves.

Quem deve se vacinar:

Locais com surto (ex: SP, Guarulhos e São Bernardo): Pessoas de 6 meses a 59 anos devem tomar uma dose de reforço.

Demais regiões: Crianças tomam 2 doses (12 e 15 meses); adultos de 5 a 29 anos precisam de 2 doses acumuladas na vida; de 30 a 59 anos precisam de 1 dose; profissionais de saúde precisam de 2 doses.

Restrições: Gestantes e pessoas com imunodepressão grave não podem tomar a vacina. Bebês menores de 6 meses não tomam (dependem da proteção da mãe).

Segurança: A vacina é totalmente segura, eficaz e a única forma de conter o avanço da doença.

Quem deve se vacinar, quais os sintomas do sarampo e por que o imunizante é seguro: veja as respostas para as principais dúvidas sobre a vacinação. 

O aumento de casos de sarampo no Brasil e em países das Américas voltou a acender o alerta das autoridades de saúde. Altamente contagioso, o vírus que parecia sob controle voltou a circular, impulsionado principalmente por casos importados e pela queda na cobertura vacinal. Se você tem dúvidas sobre se está protegido ou precisa atualizar a dose, a resposta curta e urgente é: sim, a vacina é a única forma eficaz de prevenção. 

Além da tríplice viral, vacina que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, quem comparecer a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) poderá tomar outras vacinas que estiverem defasadas em sua caderneta. São 20 imunizantes diferentes disponíveis até 1º de setembro, quando termina a campanha iniciada no começo do mês, entre eles, vacinas que previnem meningites, tuberculose e tipos de câncer ligados ao HPV.

Uma novidade desta edição é a presença da vacina pneumocócica 20-valente, incluída no calendário em junho e voltada à proteção de crianças menores de 5 anos contra pneumonias e meningites causadas pelo pneumococo. A mobilização é voltada especialmente para crianças e adolescentes com menos de 15 anos que podem passar em qualquer UBS ou posto de vacinação para atualizar as doses.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo?

A necessidade de vacinação varia de acordo com a sua idade e a região onde você mora. Nos municípios paulistas com casos confirmados (São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo), todas as pessoas de 6 meses a 59 anos devem tomar uma dose de reforço, independentemente do histórico vacinal.

Nas demais cidades brasileiras, a regra geral do PNI (Programa Nacional de Imunizações) é:

Faixa Etária / PerfilEsquema Vacinal Recomendado
Crianças (6 a 11 meses)1 “dose zero” de reforço (não substitui as doses de rotina).
Crianças (12 a 15 meses)2 doses de rotina (aos 12 meses e aos 15 meses).
Pessoas de 5 a 29 anosComprovar 2 doses tomadas ao longo da vida.
Pessoas de 30 a 59 anosComprovar 1 dose tomada ao longo da vida.
Profissionais de SaúdeComprovar 2 doses, independentemente da idade.

Quantas doses da tríplice viral são necessárias?

Isso depende de onde a pessoa mora. Nos três municípios com casos confirmados, a orientação é receber a dose de reforço mesmo com o esquema vacinal completo. Nas demais cidades, o número de doses segue a idade recomendada, sendo que crianças precisam de duas doses da tríplice viral (aos 12 e 15 meses), enquanto adultos de 30 a 59 anos precisam de apenas uma dose.

Quais são os sintomas do sarampo?

Transmitido por gotículas expelidas ao tossir, espirrar ou simplesmente falar perto de outra pessoa, o sarampo está entre os vírus mais contagiosos que existem.

Sinais mais comuns:

  • Febre alta associada a mal-estar geral.
  • Manchas avermelhadas (exantema) que começam no rosto e descem para o corpo.
  • Sintomas respiratórios: tosse persistente e coriza.
  • Irritação nos olhos: vermelhidão e conjuntivite.


Atenção: Em crianças pequenas, gestantes e imunodeprimidos, a doença pode evoluir para complicações graves como pneumonia e inflamação no cérebro. Ao notar os sintomas, isole-se e procure uma UBS.

Gestantes e bebês podem tomar a vacina?

Gestantes não podem tomar a tríplice viral, já que ela é feita com vírus vivos atenuados, o que representa risco para o feto. O ideal é atualizar a caderneta de vacinação pelo menos um mês antes de engravidar. Já no pós-parto e durante a amamentação, a vacina pode ser aplicada normalmente, pois o vírus vacinal não passa para o leite materno.

Como o sistema imunológico dos recém-nascidos ainda está em formação, bebês com menos de 6 meses não entram no público-alvo da vacina, pois nesse período, a proteção vem dos anticorpos que são passados pela mãe.

Já para crianças de 6 a 11 meses, existe a chamada “dose zero”, um reforço extra que não substitui as doses previstas para os 12 e os 15 meses.

Quem tem alguma restrição de saúde pode se vacinar?

Pessoas com imunodepressão grave, como as que fazem quimioterapia ou usam medicamentos que reduzem as defesas do corpo, não devem tomar a vacina. Quem vive com HIV pode ter indicação em situações específicas, com acompanhamento médico. Já quem tem alergia a ovo pode ser vacinado normalmente; a contraindicação vale apenas para quem já teve reação alérgica grave a uma dose anterior ou a componentes como gelatina e neomicina.

Ter febre no dia agendado para a dose não é motivo para desistir da vacina, apenas para adiá-la: o ideal é aguardar cerca de 24 horas sem febre e com boa disposição antes de se vacinar. Um resfriado leve, sem febre, não é impedimento.

Vacinação é segura?

Sim e essa é a mensagem mais importante de todas. Desde o início da vacinação contra a covid-19, diversas fake news passaram a circular sobre imunizantes em geral, do mito do microchip até a ideia de que a vacina poderia causar a própria doença que deveria prevenir.

Esse tipo de desinformação tem consequências reais: de acordo com o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal vem recuando há uma década no país, e hoje fica entre 50% e 60% para doenças como sarampo e poliomielite, patamar distante dos 95% considerados ideais para manter a circulação do vírus sob controle.

Os números contam a história de forma clara. Só nos três municípios paulistas com casos confirmados, mais de 529 mil doses da tríplice viral foram aplicadas em pouco mais de dez dias, sem registros de eventos graves associados à vacina.

As vacinas passam por rigorosos processos de teste e monitoramento antes e depois de chegarem à população, e seus efeitos colaterais mais comuns costumam ser leves, como dor no local da aplicação ou febre passageira.

Vacinar-se e manter a caderneta da família em dia segue sendo a forma mais segura e eficaz de evitar a circulação do vírus e proteger quem não pode se vacinar, como bebês muito pequenos e gestantes. Em caso de dúvida sobre o próprio histórico vacinal, a orientação das autoridades de saúde é sempre a mesma: vacine-se.

Posts relacionados
SAÚDE DO HOMEM
SAÚDE DO HOMEM

Investir em uma alimentação saudável e visitar o médico regularmente são atitudes essenciais para evitar os males do coração e Leia mais

Cada Vez Mais Médicos Praticam a Medicina Defensiva
Cada Vez Mais Médicos Praticam a Medicina Defensiva

Nos Estados Unidos, essa já é uma prática comum. Por aqui, ela está se disseminando. Saiba quais as consequências disso Leia mais

Tags: saúde
Postagem anterior

Saúde humanizada: programa ‘Cuidando de Perto’ completa 10 Anos

Próximo Post

Medicina preditiva: como dados podem antecipar doenças antes que elas aconteçam

Próximo Post
image

Medicina preditiva: como dados podem antecipar doenças antes que elas aconteçam

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

No Result
View All Result

Ajuda

  • Perguntas Frequentes
  • informações Regulatórias

Mais informações

  • Política de Privacidade
  • Política de Qualidade

Aplicativos

  • Super App
  • Playlist Gravidez

Canais de Atendimento

  • Ouvidoria: 0800 001 2565
  • SAC: 0800 016 6633 opção 6
  • Formulário Fale Conosco
  • Formulário de Ouvidoria

logo seguros

Unimed Seguradora S.A. 92.863.505/0001-06 Copyright @ 2001-2020

Instagram da Seguros Unimed Facebook da Seguros Unimed Twitter da Seguros Unimed YouTube da Seguros Unimed Conexão Seguros Unimed Blog Cuidar para Transformar da Seguros Unimed
57 57
ans logo 12 100x45xc
No Result
View All Result
  • Produto
    • Vida
  • Previdência
  • Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Odonto
  • Finanças
  • Curiosidades
  • Sustentabilidade