Inscreva-se na nossa newsletter [newsletter_signup_form id=1]
Blog Seguros Unimed
  • Produto
    • Vida
  • Previdência
  • Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Odonto
  • Finanças
  • Curiosidades
  • Sustentabilidade
No Result
View All Result
Blog Seguros
  • Produto
    • Vida
  • Previdência
  • Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Odonto
  • Finanças
  • Curiosidades
  • Sustentabilidade
No Result
View All Result
Blog Seguros
No Result
View All Result

Diabetes Gestacional: o que esperar e como gerenciar com segurança

A diabetes gestacional pode se desenvolver em qualquer mulher, especialmente aquelas com fatores de risco, como sobrepeso e obesidade. Embora não leve diretamente à morte, o controle inadequado da doença aumenta os riscos. Com acompanhamento médico e tratamento adequado, muitas mulheres têm gestações e partos saudáveis.

0
diabetes gestacional scaled

diabetes gestacional scaled

0
Compartilhamento
79
Views

Os perigos da diabetes são, muitas vezes, silenciosos e percebidos quando a doença já está avançada. No Brasil, estudos apontam que entre 10% a 20% das grávidas podem desenvolver diabetes gestacional, refletindo uma preocupação crescente com a saúde materno-infantil e a necessidade de monitoramento adequado durante a gestação.

Reunimos as principais informações para te ajudar a entender essa condição, seus sintomas, tratamentos e precauções, pré, durante e após o parto. Confira nos tópicos seguintes e saiba como se prevenir!

O que é diabetes gestacional?

É uma doença que surge durante a gravidez, na qual o corpo não consegue produzir a quantidade necessária de insulina. Isso ocorre porque o corpo da mulher grávida sofre muitas alterações neste período, devido ao aumento de peso e variações hormonais.

Durante a gestação, os hormônios produzidos pela placenta interferem na ação da insulina, dificultando o controle da glicose no sangue. Quando o pâncreas não consegue compensar essa resistência à insulina, ocorre a alteração da glicemia durante a gravidez.

Quanto tempo dura a diabetes gestacional?

A condição dura até o final da gestação, e, após o nascimento, os níveis de açúcar no sangue da maioria das mulheres voltam ao normal. No entanto, é importante realizar um acompanhamento. 

Nas primeiras semanas após o parto, o médico solicita exames para verificar se os níveis de glicose retornaram ao normal. Além disso, mulheres que tiveram resistência à insulina na gestação podem desenvolver diabetes tipo 2 no futuro. 

Por isso, recomenda-se repetir o teste de glicemia ou o teste de tolerância ao açúcar no sangue entre 6 a 12 semanas após dar à luz e, posteriormente, a cada 1 a 3 anos.

O que causa a diabetes na gestação?

A principal causa está relacionada aos hormônios produzidos durante a gestação, como o lactogênio placentário humano (hPL), o estrogênio e a progesterona. Esses hormônios, essenciais para o desenvolvimento do bebê, garantem que a glicose esteja disponível para o feto.

No entanto, eles também reduzem a sensibilidade das células do corpo à insulina, dificultando a absorção de açúcar no sangue pelo organismo materno e deixando-a mais acessível para o feto. 

Esse processo é um mecanismo natural que favorece o crescimento do recém-nascido. Entretanto, em algumas mulheres, o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente para compensar essa resistência, resultando em níveis elevados de glicose no sangue.

Fatores de risco

Certos fatores, como comportamento alimentar e genética, aumentam a probabilidade de desenvolver resistência insulínica. Nos principais grupos de risco para a condição, temos pessoas com:

  • Excesso de peso ou obesidade: a gordura corporal aumenta a resistência insulínica;
  • Histórico familiar de diabete tipo 2: a predisposição genética pode desempenhar um papel;
  • Idade materna avançada: mulheres com mais de 30 anos têm maior risco;
  • Histórico de doença metabólica em gravidez anterior: mulheres que já tiveram essa condição antes têm maior chance de tê-la novamente;
  • Síndrome dos ovários policísticos (SOP): está associada a resistência à insulina;
  • Gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos): aumenta o nível de resistência à insulina.

Sintomas comuns da diabetes gestacional

Os sintomas são discretos e, até mesmo, ausentes em muitas mulheres. Contudo, alguns sinais de alerta podem surgir, como:

  • Sede excessiva;
  • Aumento da vontade de urinar;
  • Cansaço extremo;
  • Visão embaçada;
  • Fome excessiva;
  • Infecções frequentes, especialmente urinárias ou vaginais;
  • Cicatrização lenta de feridas.

Quais os impactos na gravidez e no bebê?

Para a mãe, os riscos incluem o aumento da probabilidade de desenvolver pré-eclâmpsia, uma condição grave caracterizada por pressão arterial elevada e danos a órgãos, como os rins. 

Além disso, há maior chance de nascimento prematuro, de o bebê apresentar macrossomia fetal (crescimento excessivo), dificultando o parto normal, e de necessidade de cesariana. Também existe o risco de a mãe desenvolver diabete tipo 2 no futuro.

Para o recém-nascido, os impactos incluem peso excessivo, aumentando o risco de complicações ao dar à luz; hipoglicemia neonatal, causada pela alta produção de insulina durante a gestação; e problemas respiratórios, como a síndrome do desconforto respiratório, mesmo em bebês a termo (no período considerado ideal de gestação). 

Além disso, o recém-nascido pode apresentar maior risco de obesidade infantil e diabete tipo 2 ao longo da vida, bem como icterícia neonatal, exigindo tratamento. 

Quais os cuidados na gestação e parto?

Para a gestante com resistência insulínica, manter os níveis de açúcar no sangue sob controle é essencial, o que começa com os cuidados pré-parto. Esse tratamento para diabetes na gravidez inclui o monitoramento frequente da glicemia e ajustes na dieta, conforme orientação médica.

É importante que a mãe tenha um acompanhamento regular com um obstetra e, se necessário, um endocrinologista. A equipe médica deve estar ciente da hiperglicemia crônica e das necessidades específicas da mãe.

Além disso, é preciso discutir com o médico sobre o tipo de parto mais adequado (normal ou cesárea) e o momento ideal para o nascimento. Muitas vezes, o parto induzido evita complicações relacionadas ao crescimento excessivo do bebê (macrossomia).

Nesse período, seguir uma dieta equilibrada, rica em fibras e com baixo índice glicêmico, ajudará a controlar os níveis de açúcar no sangue até o momento do nascimento.

Cuidados durante o parto

Durante o trabalho de parto, é importante monitorar os níveis de glicose regularmente. A equipe médica deve estar atenta a qualquer alteração, mantendo a mãe bem hidratada, especialmente se ela estiver em trabalho de parto ativo.

O suporte emocional e físico, com amigos e familiares, ajuda a mãe a lidar com o estresse e a ansiedade que afetam os níveis de açúcar no sangue. Portanto, criar um ambiente calmo e tranquilo durante o nascimento é essencial.

Cuidados com o bebê

O recém-nascido deve ser avaliado, logo após o nascimento, para verificar possíveis problemas relacionados à glicemia alterada, como hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue) ou macrossomia.

O nível de glicose no sangue do recém-nascido é monitorado, especialmente nas primeiras horas, e, sempre que possível, o contato pele a pele com a mãe deve ser incentivado para promover a ligação e facilitar a amamentação.

Cuidados pós-parto

Após o nascimento, é importante continuar monitorando os níveis de açúcar no sangue, pois a doença metabólica pode desaparecer, mas algumas mulheres desenvolvem diabete tipo 2 mais tarde.

A amamentação controla os níveis de glicose e promove a saúde do bebê, além disso, consultas de acompanhamento devem ser agendadas para monitorar a saúde da mãe e da criança e discutir planos de saúde.

Como prevenir a diabetes gestacional?

Se você está planejando engravidar, busque alcançar e manter um peso saudável antes da gravidez. Esse controle é o pontapé inicial para preparar o corpo para receber mudanças tão bruscas. Além disso, você precisa:

  • Alimentar-se equilibradamente: praticando uma dieta rica em frutas, verduras, grãos integrais, proteínas magras e laticínios com baixo teor de gordura;
  • Controlar as porções: para evitar o consumo excessivo de calorias;
  • Limitar o consumo de açúcar e carboidratos refinados: evitando doce, refrigerantes e alimentos processados que causam picos de glicose no sangue;
  • Praticar exercícios regularmente: realizando pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, como caminhadas, natação ou yoga;
  • Mantenha-se hidratada: beba bastante água ao longo do dia e limite bebidas açucaradas;
  • Faça acompanhamento pré-natal: consultas regulares com o obstetra auxiliam no monitoramento da saúde da mãe e do bebê;
  • Fique atenta à história familiar: se você tem um histórico familiar de doença metabólica, converse com seu médico sobre riscos e medidas preventivas;
  • Durma bem: a falta de sono pode afetar o controle do açúcar no sangue;
  • Gerencie o estresse: pratique técnicas de relaxamento, como meditação ou respiração profunda, para manter níveis saudáveis de estresse.

Vimos neste texto, que a diabetes gestacional é uma condição que requer atenção especial, pois pode impactar tanto a saúde da mãe quanto a da criança. Compreender os fatores de risco, os sintomas e as medidas preventivas é fundamental para gerenciar a doença de maneira eficaz. 

Por meio do acompanhamento médico adequado, monitoramento dos níveis de glicose e uma alimentação balanceada, muitas mulheres conseguem ter gestações saudáveis e evitar complicações.A Seguros Unimed se preocupa com a saúde das gestantes e de seus bebês, oferecendo o Programa Nascer Seguro, que disponibiliza materiais informativos e confiáveis para auxiliar nos cuidados mais importantes durante a gestação. Confira!

Posts relacionados
SAÚDE DO HOMEM
SAÚDE DO HOMEM

Investir em uma alimentação saudável e visitar o médico regularmente são atitudes essenciais para evitar os males do coração e Leia mais

Cada Vez Mais Médicos Praticam a Medicina Defensiva
Cada Vez Mais Médicos Praticam a Medicina Defensiva

Nos Estados Unidos, essa já é uma prática comum. Por aqui, ela está se disseminando. Saiba quais as consequências disso Leia mais

Tags: diabetes gestacionalgestação saudávelsaúde
Postagem anterior

Efeitos do açúcar nos dentes: por que a escovação é fundamental?

Próximo Post

Tratamento de canal em crianças: quando é necessário?

Próximo Post
tratamento de canal em criancas scaled

Tratamento de canal em crianças: quando é necessário?

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

No Result
View All Result

Ajuda

  • Perguntas Frequentes
  • informações Regulatórias

Mais informações

  • Política de Privacidade
  • Política de Qualidade

Aplicativos

  • Super App
  • Playlist Gravidez

Canais de Atendimento

  • Ouvidoria: 0800 001 2565
  • SAC: 0800 016 6633 opção 6
  • Formulário Fale Conosco
  • Formulário de Ouvidoria

logo seguros

Unimed Seguradora S.A. 92.863.505/0001-06 Copyright @ 2001-2020

Instagram da Seguros Unimed Facebook da Seguros Unimed Twitter da Seguros Unimed YouTube da Seguros Unimed Conexão Seguros Unimed Blog Cuidar para Transformar da Seguros Unimed
57 57
ans logo 12 100x45xc
No Result
View All Result
  • Produto
    • Vida
  • Previdência
  • Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Odonto
  • Finanças
  • Curiosidades
  • Sustentabilidade