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Sem disciplina para investir? Confira um passo a passo para mudar essa situação!

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Fazer investimentos é o desejo de muitos brasileiros, mas nem sempre esse objetivo é colocado em prática. O problema é que adiar constantemente esse projeto dificulta ainda mais a realização dos sonhos. Se você quer superar essa barreira e desenvolver disciplina para investir, a hora é agora. Neste artigo, apresentamos boas práticas que vão te ajudar a dar os primeiros passos. Confira!

Analise suas finanças

Economizar está longe de ser uma tarefa simples, não é mesmo? Muitas vezes, essa dificuldade ocorre por falta de conhecimento sobre as próprias finanças. Entender o quanto você ganha e como gasta esse dinheiro é essencial para conseguir se organizar. Procure identificar em suas despesas quais são seus gastos indispensáveis (normalmente, aqueles relacionados às necessidades básicas), qual é o seu custo com dívidas e o que você está gastando livremente (sem muito controle). Para facilitar esse diagnóstico, anote todos os seus gastos — aqui você consegue baixar gratuitamente uma planilha que é simples de usar.

Organize a planeje o orçamento

Conhecendo melhor suas finanças, é possível fazer projeções, principalmente se você souber bem quais são seus gastos fixos e essenciais. Essa é uma prática excelente para conseguir se planejar para o próximo mês ou até mesmo para períodos mais longos. A mesma planilha que indicamos no passo anterior pode ser usada para isso. Basta registrar sua previsão de renda e despesas. Com relação aos gastos variáveis, você pode estabelecer valores como meta – depois, esses dados podem ser atualizados.  

Reveja gastos e dívidas

Analisar os gastos é fundamental. Afinal de contas, mudar o padrão de ganhos não é algo corriqueiro, mas as despesas podem ser readequadas. Para isso, você precisa saber quanto e com o que está gastando. Dividir os gastos em grupos pode facilitar. Por exemplo, despesas fixas mensais, dívidas e financiamentos, gastos com lazer etc. Talvez não seja possível reduzir as despesas fixas mensais (com aluguel e escola, por exemplo), mas é viável fazer isso com gastos supérfluos.

Outro ponto é avaliar qual conjunto de gastos está pesando mais no orçamento. Normalmente, dívidas e financiamentos comprometem boa parte dos ganhos. Se esse é o seu caso, procure se livrar das dívidas ou reduzi-las — a renegociação das dívidas e a portabilidade de crédito são recursos que podem ajudar.

Proteja-se contra imprevistos

Tão importante quanto planejar o seu orçamento é protegê-lo. Eventualmente, situações imprevistas podem ocorrer e trazer despesas inesperadas. Você está preparado para lidar com isso? Essa é outra reflexão que precisa ser feita.

O recomendado é formar uma reserva financeira, ou seja, um fundo com valor suficiente para bancar o seu custo de vida por um período de seis meses. Parece muito? Mas o que aconteceria se você ficasse sem renda? Essa é a lógica da reserva financeira.

Habitue-se a poupar parte dos seus ganhos com essa finalidade. Esse dinheiro precisa ficar aplicado em investimentos de fácil resgate (com liquidez), como títulos do Tesouro Direto ou CDB, e só deve ser usado em caso de necessidade.

Outra forma de proteção contra imprevistos são os seguros (como o seguro residencial, o seguro de vida e renda e o seguro de responsabilidade civil profissional, por exemplo). Ter uma boa cobertura de seguros é contar com um recurso que pode ser utilizado em situações inesperadas. O custo em relação ao valor coberto é vantajoso e cabe no orçamento. Acesse a corretora online da Seguros Unimed e confira os valores.     

Defina um valor e invista

Neste ponto, você já deve saber quanto sobra para investir, certo? Ainda assim, vale a pena reforçar que o orçamento deve ser dividido entre os objetivos que você tem a realizar com ele. Ou seja, parte deve ser destinada aos gastos mensais (fixos e variáveis), outra parte vai para lazer e realização de desejos imediatos e outra para os investimentos (que são feitos para que você alcance os sonhos de curto, médio e longo prazo).

Há muitas fórmulas e recomendações em relação ao percentual destinado a cada um desses grupos — por exemplo, 50% da renda vão para gastos mensais, 30% para lazer e desejos imediatos, e 20% para investimentos. Veja a fórmula que faz sentido para a sua realidade e lembre-se de que você pode começar a investir com pouco. O importante é começar o quanto antes e manter a regularidade.

A partir de R$ 100,00 você já pode investir em um plano de previdência, que é um investimento fácil de colocar no seu planejamento, pois as contribuições podem ser programadas (inclusive, no débito automático). Com o passar dos anos, você pode aumentar o valor investido no plano de previdência, definindo um valor maior de contribuição ou realizando aportes excepcionais. Assim você incrementa ainda mais o seu patrimônio, pois a previdência privada remunera o valor investido por meio de juros compostos, que promovem um crescimento exponencial do saldo.

Na prática, a previdência privada contribui para que você tenha a disciplina de investir, porque é uma modalidade simples e segura, ideal para planejar o futuro e manter investimentos com regularidade. Quer ver como é fácil? Então faça uma simulação do seu plano de previdência.

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Tags: economiafinançasinvestimentosPrevidênciaprodutosrcpresidencial
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